terça-feira, 14 de julho de 2009

Grupo G5 (Trabalho sobre relações sexuais)

Urologia

Urologia é uma
especialidade cirúrgica da medicina que trata do trato urinário de homens e mulheres e do sistema reprodutor dos homens. Os médicos que possuem especialização nesta área são os urologistas, sendo treinados para diagnosticar, tratar e acompanhar pacientes com distúrbios urológicos. Os órgãos estudados pelos urologistas incluem os rins, ureteres, bexiga urinária, uretra e os órgãos do sistema reprodutor masculino (testículos, epidídimos, ducto deferente, vesículas seminais, próstata e pênis). As adrenais acabaram entrando na especialidade devido ao aspecto cirúrgico das doenças tumorais das supra-renais. Quando tem indicação cirúrgica de tumor de supra-renal o endocrinologista encaminha para o urologista.
Nos homens, o
sistema urinário está integrado com o sistema reprodutor, ao passo que nas mulheres o trato urinário se abre na vulva. Em ambos os sexos, os tratos urinário e reprodutor estão próximos, o que faz com que os distúrbios de um trato geralmente afetem o outro. A urologia combina o acompanhamento de condições não-cirúrgicas como, por exemplo, infecções do trato urinário, e de condições cirúrgicas, como a correção de anomalias congênitas e o tratamento cirúrgico de cânceres. Estas anomalias na região genital são conhecidas como distúrbios geniturinários.
A urologia está relacionada às áreas médicas da
nefrologia, andrologia, ginecologia, proctologia e oncologia.
Ginecologia
A ginecologia literalmente significa "a ciência da mulher", mas na medicina é a especialidade que trata de doenças do sistema reprodutor feminino, útero, vagina e ovários. Quase todos ginecologistas atuais são também
obstetras; veja "Ginecologia e obstetrícia".
Doenças
Os principais problemas tratados com um ginecologista são:
Câncer dos órgãos reprodutivos incluindo ovários, tuba uterina, útero, vagina e vulva
Incontinência urinária
Amenorréia (ausência dos períodos menstruais)
Dismenorréia (períodos menstruais dolorosos - cólicas)
Infertilidade
Menorragia
Prolapso dos órgãos pélvicos
Obviamente existe uma troca entre as áreas médicas. Por exemplo, uma mulher com incontinência urinária pode ser indicada para um
urologista.
A primeira visita ao ginecologista
A primeira visita ao ginecologista costuma ser motivo de muita fantasia e apreensão para as adolescentes. Significa, em parte, assumir que se é mulher, e não mais criança, e esta decisão é, muitas vezes, tomada pelas mães e não pela menina. O momento certo para a primeira visita ao ginecologista é aquele em que a adolescente manifestar vontade de consultar um especialista, seja por que tem alguma queixa ginecológica, seja por que tem alguma dúvida que não conseguiu esclarecer com seus pais. Via de regra, esta manifestação acontece quando a menina está pretendendo iniciar sua vida sexual e deseja saber mais sobre anticoncepção. Na maioria das vezes, elas vão sozinhas. Se possível, preferem a companhia de uma amiga. Na primeira visita ao ginecologista de uma menina ainda virgem, não se faz exame ginecológico completo. É feita uma entrevista, seguida de exame clínico e observação dos caracteres sexuais secundários. No caso de queixa ginecológica, é possível que seja pedido um exame de ultrassonografia pélvica via abdonominal. Os exames ginecológicos só devem ser feitos com o consentimento expresso da menina ou em caso de queixa em que se tornem imprescindíveis. O exame forçado pode levar a problemas futuros no relacionamento da menina com o médico, com abalo de confiança e trauma psicológico. O retorno ao médico depende da necessidade: a menina deve voltar ao consultório na medida em que tenha dúvidas ou queixas. Se já tem vida sexual ativa, a freqüência ao ginecologista deve ser anual. As principais razões que levam uma menina ao ginecologista, pela primeira vez, são: as inseguranças em relação as mudanças do corpo, o ciclo menstrual, questões sobre sexualidade, higiene íntima, métodos contraceptivos, doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), AIDS, dúvidas sobre a idade certa para menstruar, menstruação dolorosa ou irregular, dores na barriga fora do período menstrual, irritações, corrimentos vaginais não habituais, nódulos ou lesões incômodas, ardor ao urinar, líquido ou nódulo no seio, início da vida sexual com dúvidas sobre contraceptivos e planejamento familiar. De qualquer maneira, não é necessário ter uma razão concreta para consultar um ginecologista pela primeira vez: basta que a jovem pretenda obter mais informações sobre seu corpo e as mudanças típicas da puberdade. Por outro lado, não deve haver hesitação quando alguma coisa não parece certa, para se marcar uma consulta, onde sempre se deve revelar ao médico qualquer coisa que sinta como anormal, visando facilitar o diagnóstico. Geralmente o medico faz perguntas sobre a idade que ocorreu a primeira menstruação; presença de problemas ginecológicos graves (infecção genital, quisto no ovário, nódulos ou caroços nos seios); utilização de contraceptivos, quais, por quanto tempo e como se sentiu; gravidez; presença de doenças sérias ou operações cirúrgicas; vacinação contra rubéola e hepatite B; presença de hipertensão, diabetes, altas taxas de colesterol e câncer de mama na família; entre outras. Em cada nova consulta, o médico deverá perguntar quando foi a última menstruação, se sente algum problema específico, se surgiram dores ou ardências espontaneamente ou durante as relações sexuais, Saber se a adolescente começou a fumar ou se trocou de namorado, também são perguntas que habitualmente são feitas. Naturalmente, algumas questões da vida amorosa aparecerão durante uma visita ao ginecologista e mesmo que pareçam indiscretas, podem ajudar o médico a saber em que condições a pode examinar, qual o tipo de contraceptivo mais indicado e se deve se preocupar com o risco de doenças sexualmente transmissíveis.
As orientações básicas para a consulta ginecológica se resumem em: Não marcar consulta durante o período menstrual, pois dificultará o exame, fazer uma higiene adequada, mas sem exageros, responder calmamente as perguntas, tranqüilidade e abertura durante a consulta, para que o médico possa ajudar a solucionar os problemas.
O auto exame da mama O auto exame da mama é um exame mensal que a mulher pode fazer em si mesma para verificar a presença de câncer nos seios. Quando fizer o auto exame na mama, deve procurar por protuberâncias, ondulações, checar a espessura dos seios e liberação de líquidos pelo mamilo. O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum nas mulheres americanas. Uma em cada dez mulheres desenvolvem-no. A maioria dos casos de câncer de mama são descobertos através do auto exame. Quando o câncer de mama é descoberto cedo e tratado corretamente, as chances de cura são melhores. Toda mulher deveria fazer auto exame da mama regularmente.

HPV

HPV: Human Papiloma Vírus (Papiloma Vírus humano)
Muitas vezes, a infecção pelo HPV ocorre sem que a pessoa sequer se dê conta que teve contato com o vírus. Existem mais de100 tipos de HPV e desses, aproximadamente, 30 tipos têm possibilidade infectar o trato genital de homens e mulheres. Para identificá-los usamos números por exemplo, HPV 11, HPV 16, HPV 18 etc.
Os tipos de HPV se dividem em:
Vírus de baixo risco: Os tipos 6 e 11 são os mais freqüentes, representando 90% de todas as lesões verrugosas( verrugas genitais ), muitas vezes tratadas como lesões benignas, mas, de que essas verrugas genitais reapareçam após o tratamento(25% dosa casos voltam a aparecer em 3 meses). Os tratamentos muitas vezes são prolongados e caros, sendo a recorrência muito freqüente, o que trazer sofrimento.
Vírus de alto risco: Os tipos 16 e 18 são os mais freqüentes, representando cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero. A infecção por esse vírus pode causar alterações e cancerígenas do colo do útero, vagina e vulva.
Hoje a relação do câncer do colo de útero com HPV é muito mais forte do que ado câncer de pulmão com o cigarro. Não significa que quem tem HPV irá necessariamente ter câncer, porem os dados mostram que virtualmente todas as mulheres que tiveram câncer do colo de útero tinham infecção previa pelo HPV. Por outro lado, sabe-se que nem todos os indivíduos com câncer de pulmão fumavam.
Qual o impacto para uma adolescente mulher que descobre que está com a infecção pelo HPV.
Freqüentemente observam-se reações que vão do estado de choque, negação, vergonha, medo, sentimento de traição e conflito até a rejeição.
Choque: O que significa. Eu não sinto nada, vim apenas para um exame de rotina. O que eu vou fazer?
Negação: Não é possível. Este resultado deve estar errado, pois não sinto nada e tive poucos parceiros e relações estáveis.
Vergonha: Eu sei e outros podem saber que eu tenho (tive) uma doença sexualmente transmissível (DST). Como serão meus relacionamentos daqui em diante?
Medo: Quando pesquisei sobre o HPV na internet encontrei informações assustadoras.
Sentimento de Traição: Como ele pode fazer isso comigo?
Conflito: ele é meu único parceiro; e depois que o acusei de me transmitir o HPV, o exame dele veio negativo.
Rejeição: Ele acha que eu o trio, ou Quem vais se relacionar com alguém que tem ou já teve um DST
A Prevenção
O exame de Papanicolaou
O Papanicolaou é um exame preventivo do câncer do colo de útero, que consiste na coleta de células do colo do útero. Para a coleta do material, é introduzido um especulo vaginal, precedendo-se á esfoliação da surpeficie externa e interna do colo do útero com uma espátula de madeira e de uma escovinha. A coleta do papanicolau ajudara e a detectar as mudanças fisiológicas (normais) ou patológicas (doenças) nas células que revestem o colo do útero.
Toda mulher que tem ou já teve atividade sexual deve se submeter-se ao exame preventivo periódico, especialmente se estiver na faixa etária de 25 aos 59 anos de idade. Inicialmente, um exame deve ser feito a cada ano e, dois exames seguidos (em um intervalo de um ano) Apresentam resultado normal, o exame pode passar a ser feito a cada três anos.
Não se esqueça de fazer os exames de papanicolaou regularmente.
O Papanicolaou ajudará seu medico a decidir sobre a necessidade ou não de outros exames e de um tratamento adequado. Está comprovado que o exame de papanicolaou a salvar vidas.
Os bons hábitos de saúde que se iniciam agora podem ajudar a proteger sua filha. Lembre-se de fazer o papanicolaou: seu exemplo hoje será a rotina de sua filha amanha.
Contra o HPV
Já existem vacina contra o HPV, para a prevenção de câncer do colo de útero, leões pré-cancerígenas e verrugas genitais causados pelo HPV para mulheres jovens e adolescentes. Procure seu médico.
O câncer do colo de útero é comum?
De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer. Estimativa de Incidência de Câncer no Brasil para o ano de 2006), o câncer do colo do útero é a terceira neoplasia maligna mais comum entre as mulheres, sendo superado pelo câncer de pele (não melanoma) e pelo câncer de mama. È a quarta causa de morte por câncer em mulheres. Estima-se que, em 2006, ocorreram 19.260 novos casos de câncer do colo do útero.
As garotas/mulheres vacinadas ainda precisam fazer o exame de papanicolaou?
Sim, existem três razões pelas quais eles ainda precisam ir ao ginecologista regularmente e realizar o exame de Papanicolaou para câncer do colo de útero: as vacinas não proporcionam proteção contra todos os tipos de HPV que causam o câncer do colo do útero; algumas mulheres podem não tomar todas as doses necessárias, conforme o caso, não obtendo assim o beneficio total das vacinas; mulheres que eventualmente tenham tido infecção por HPV previamente podem não ter benefícios completo de vacinação. Vale lembrar ainda que existem outras doenças que são detectadas pelo Papanicolaou.
Por que as adolescentes devem ser consideradas um dos principais alvos da vacinação?
È importante que as adolescentes recebam esquemas completo com as vacinas contra o HPV o mais precocemente possível, de preferências antes de se tornarem sexualmente ativas. As vacinas são potencialmente mais eficazes para garotas ou mulheres vacinadas antes de seu primeiro contato sexual; não pela atividade sexual em si, mas sim pela possibilidade de contaminação com HPV. Contudo, a maioria das mulheres ainda se beneficiará da vacinação, pois serão protegidas contra outros tipos de HPV contidos nas vacinas.
HPV é mesma coisa que HIV ou Herpes?
Não, HPV não é a mesma coisa que HIV (vírus imunodeficiência humana) ou herpes (Vírus herpes simplex ou HSV). As vacinas contra HPV proporcionam proteção especificas para as doenças causadas pelos tipos de HPV vacinas, mas não protegem contra outras DST, como HIV e HSV.
O HPV pode ser tratado?
Não existe cura para o HPV. Porem existe tratamentos para os problemas de saúde que o HPV pode causar, tais como verrugas genitais, alterações celulares do colo do útero e cânceres. È fundamental que as mulheres tenham acesso ás medidas preventivas como papanicolaou e a vacinação.


Por: Caio Vinicius dos Santos
Postado por: Bianca Teixeira Silva

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