Para começar conhecemos o Fernando, - quem foi nosso instrutor ao decorrer da visita- pessoa muito bem disposta a quem nos ajudou bastante no quesito de entrosamento ao local da visita, pois a visita se tratava não somente de tecnologia, mas também de arte.
Arte esta subliminar á olhos leigos, que costumam ver tudo “ao pé da letra”. Ali havia recursos tecnológicos, jogos, movies, imagens, mas tudo visando o lado artístico omitido dentro de cada um de nós. Interessante que, conseguimos nos identificar com coisas que geralmente não daríamos à mínima, tais como um monte de bugigangas, fios, fragmentos de objetos eletrônicos e eletro–eletrônicos que outrora haviam sido usados em outras funções até simetricamente à arte, mas, que agora aparenta ser uma árvore ou algo do tipo; sem que nos deixe esquecer de que, por detrás de uma obra de arte há sempre um significado maior, podendo ser construtivo ou repulsivo a pessoa que ali a observa. Neste caso da suposta ‘árvore’, em poucos segundos em que a observávamos, pudemos extrair vários minutos de reflexão sobre valores ambientais e socioeconômicos ali expostos.
O que a FIESP fez foi unir o útil ao agradável, juntando dois valores essenciais á vida moderna, mostrando que coisas que aparentam ser tão diferentes, podem andar de mãos dadas por terem pontos em comum, basta olhar do ângulo certo e descobrir quais são estes pontos, assim, cada um terá seu alicerce definido á partir da sua opinião própria e não aquilo que nos é imposto como arte para que poderes executivos superiores lucrem em cima deste ato, sendo algo controlado.
Enviado por: Antony Willian
Postado por: Danilo Sales
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
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